segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

**Felicidade


Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há u
m lugar em que o sol brilha pra você.
Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar.
Nessa hora fique firme, pois tudo isso logo vai passar.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.

Felicidade, Marcelo Jeneci & Chico César.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

**As cores que pintei para você

 AZUL: Nunca se esqueça da sua fidelidade a mim;
*
VERDE: Nunca se esqueça de me proteger;
 *
VERMELHO: Nunca deixe a nossa paixão morrer;
*
AMARELO: Nunca deixe de me transmitir o seu calor humano;
*
ROSA: Nunca deixe o nosso amor adoecer;
*
SALMÃO: Nunca deixe acabar a felicidade e a harmonia que existe entre nós;
*
BRANCO: Nunca deixe de me aquecer nos dias frios e nunca deixe a impureza manchar o nosso amor.

Lucelia

**Acordar pra sempre com você

 
Flores nascem e morrem no jardim
Assim o dia acaba em Noite
E o céu parece não ter fim
Estrelas sempre mudam de lugar
Fazendo curvas no destino
Aonde vai nos levar?

[...]
Os dias passam
As pessoas mudam
Por que é tão difícil acreditar em nós?
Quando estamos sós
A sua voz
Faz o meu tempo parar.

Acordar pra sempre com você, Biquini Cavadão. 

sábado, 26 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Vamos fugir

 
Vamos fugir!
Deste lugar
Baby!
Vamos fugir
Tô cansado de esperar
Que você me carregue...
[...]
Vamos fugir!
Pr'outro lugar
Baby!
Vamos fugir
Pr'onde quer que você vá
Que você me carregue...
[...]
Vamos fugir!
Pr'outro lugar
Baby!
Vamos fugir
Pr'onde haja um tobogã
Onde a gente escorregue...
[...]
Todo dia de manhã
Flores que a gente regue...
   
Vamos fugir, Skank.

**Buscamos, no outro....


"Buscamos, no outro, não a sabedoria do conselho, mas o silêncio da escuta; não a solidez do músculo, mas o colo que acolhe." 

Rubem Alves

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

**Vai saber o que ele tem...

"Vai saber o que ele tem, nem ele sabe. Mas tem. Nem posso dizer que tentei evitar, pois já descobri que se você evitar a vida, ela acontece do mesmo jeito."

Tati Bernardi

**A estrela cadente...



"A estrela cadente
caiu ainda quente
na palma da mão."

 
Paulo Leminski


**Será q eu fiz o pedido???**

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

**A vida deve ser...


A vida deve ser composta de momentos verdadeiros
Que quando lembrados provocam suspiros.
Feita de dias que fazem tudo valer a pena
Mesmo que aconteça exatamente o oposto ao que foi planejado.
A rotina só cria outra cara,
Só veste outra roupa,
Quando nossos olhos vão em busca de alimento pra alma
Ao invés de esperar que alguém mate nossa fome.
É nessa hora que a gente alcança o que ninguém pode ver!

Fernanda Gaona

domingo, 20 de fevereiro de 2011

**Mesmo que as pessoas mudem...

 
"Mesmo que as pessoas mudem e suas vidas se reorganizem, os amigos devem ser amigos para sempre, mesmo que não tenham nada em comum, somente compartilhar as mesmas recordações. Pois boas lembraças, são marcantes, e o que é marcante nunca se esquece. Uma grande amizade mesmo com o passar do tempo é cultivada assim."

Vinícius de Moraes

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

**Mesmo que a gente se perca...


"Mesmo que a gente se perca, não importa.
Que tenha se transformado em passado
antes de virar futuro.
Mas que seja bom o que vier, para você, para mim."

Caio Fernando Abreu

**Ruas de outono



Nas ruas de outono
Os meus passos vão ficar
E todo abandono que eu sentia vai passar
As folhas pelo chão
Que um dia o vento vai levar
Meus olhos só verão que tudo poderá mudar
Eu voltei por entre as flores da estrada
Pra dizer que sem você não há mais nada
Quero ter você bem mais que perto
Com você eu sinto o céu aberto

 
Daria pra escrever um livro
Se eu fosse contar
Tudo que passei antes de te encontrar
Pego sua mão e peço pra me escutar
Seu olhar me diz que você quer me acompanhar...

Ruas de outono, Ana Carolina.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

**Se me perguntassem...

 
 
"Se me perguntassem o que eu gostaria de doar as pessoas,
sem sombra de dúvidas eu responderia:
Alma à quem não tem!"
 
Cíntia Gasparetto

**Tenho tentado aprender...

 
Tenho tentado aprender a ser humilde. A engolir os nãos que a vida te enfia goela abaixo. A lamber o chão dos palácios. A me sentir desprezado-como-um-cão, e tudo bem, acordar, escovar os dentes, tomar café e continuar...

Caio Fernando Abreu

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

**Minha alma tem o peso da luz...


"Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros."

Clarice Lispector

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

**Maria Joana


'Mesmo que proíbam eu estarei sempre a te provar. Seus pais, polícia, eles não vão me intimidar. Eu longe de ti só me pego a calar, mas quando estou contigo meus olhos a brilhar...."

Maria Joana, Reação

**Última noite do Projeto verão!!**

domingo, 13 de fevereiro de 2011

**Eu sei, mas não devia


Eu sei que a gente se acostuma.
Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor.
E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz.
E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado.
A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem.
A comer sanduíches porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos.
E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz.
E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita.
E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga.
E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios.
A ligar a televisão e assistir a comerciais.
A ir ao cinema, a engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição.
À luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável.
À contaminação da água do mar. À luta.
À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer.
Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.
Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.

Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.


Mariana Colasanti

**Leve



"Que o vento leve como folha o coração..."


Leve, Jorge Vercilo.

**Tem que acontecer


Não fui eu nem Deus não foi você nem foi ninguém
Tudo o que se ganha nessa vida é pra perder
Tem que acontecer
Tem que ser assim
Nada permanece inalterado até o fim
Se ninguém tem culpa não se tem condenação
Se o que ficou do grande amor é solidão
Se um vai perder outro vai ganhar
É assim que eu vejo a vida e ninguém vai mudar

Eu daria tudo
Pra não ver você cansada
Pra não ver você calada
Pra não ver você chateada
Cara de desesperada
Mas não posso fazer nada
Não sou Deus nem sou Senhor

Eu daria tudo
Pra não ver você chumbada
Pra não ver você baleada
Pra não ver você arreada
A mulher abandonada
Mas não posso fazer nada
Eu sou um compositor popular
[...]
Tem que acontecer, Zeca Baleiro.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

**Quem vai dizer tchau?


'A gente não percebe o amor
Que se perde aos poucos sem virar carinho.
Guardar lá dentro amor não impede,
Que ele empedre mesmo crendo-se infinito.
Tornar o amor real é expulsá-lo de você,
Prá que ele possa ser de alguém!
Somos se pudermos ser ainda
Fomos donos do que hoje não há mais.
Houve o que houve é o que escondem em vão,
Os pensamentos que preferem calar,
Se não, irá nos ferir um não -
Mas quem não quer dizer tchau'.

Quem vai dizer tchau?, Nando Reis.

**Projeto Verão 2011**

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

**Irreversível


'A cada passo que eu dou pra frente
Sinto o meu corpo indo pra trás

E a cada hora que vivo sem sentido
Parece me fazer te querer cada vez mais
Eu trago em mim apenas um sorriso
Braços abertos pra te receber
Mas acabo sempre triste e sozinho
Procurando uma maneira de entender'
.

Irreversível, Cpm 22.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

**Cedo ou tarde

 
Quando perco a fé,
Fico sem controle
E me sinto mal, sem esperança
E ao meu redor,
A inveja vai, fazendo as pessoas se odiarem mais.
Me sinto só, mas sei que não estou
Pois levo você no pensamento
Meu medo se vai,
Recupero a fé,
E sinto que algum dia
ainda vou te ver
Cedo ou Tarde, 
Cedo ou tarde
A gente vai se encontrar,
Tenho certeza, numa bem melhor

Sei que quando canto você pode me escutar.
Você me faz querer viver,
E o que é nosso,
Está guardado
em mim e em você
E apenas isso basta

Cedo ou tarde, Nxzero.

**Projeto verão 2011!!!**

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

**Eu jamais chegaria...

 
"Eu jamais chegaria aonde cheguei se só andasse em linha reta. Tive que voltar atrás, andar em círculos, perder dias, perder o rumo, perder a paciência e me exaurir em tentativas aparentemente inúteis pra encontrar um quase endereço, uma provável ponte: a entrada do encontro... Acertei o caminho não porque segui as setas, mas porque desrespeitei todas as placas de aviso."

Marla de Queiroz

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

**Entre a serpente e a estrela



"E ninguém tem o mapa da alma da mulher..."

Entre a serpente e a estrela, Zé Ramalho.

**A voz do próximo


Quando ela se achou velha, calmamente resolveu dependurar as chuteiras (nos negócios, do amor, nunca foi uma jogadora do primeiro time) e assumir a velhice com dignidade. Então ouviu a voz do próximo: “Que horror, mas como uma pessoa se entrega desse jeito, ficou até desleixada, presença negativa! De repente parece que resolveu envelhecer e envelheceu tudo, sem nenhuma luta, isso só pode ser neurose, há de ver, quer provocar piedade, é uma punitiva!”.
Muito impressionada com o que ouviu ela resolveu reagir, lutar por uma imagem melhor. Fez plástica, pintou os cabelos, comprou roupas da moda e começou a namorar outra vez. Então ouviu a voz do próximo: “Mas que ridícula! Caindo de velhice e ainda querendo fazer charme, uma desfrutável! Já puxou a cara uma três vezes, se pinta feito uma palhaça, virou arroz de festa e ainda namorando um moço que podia ser seu filho! Devia se recolher, devia ir rezar!”.
Muito impressionada com o que ouviu ela resolveu se afastar da vida frívola, das vaidades deste mundo e na solidão decidiu entrar para um convento, quem sabe no convento se encontraria? E se encontrando, quem sabe encontraria Deus? Então ouviu a voz do próximo: “Depois de velho o Diabo faz-se ermitão! Vê se é possível uma vocação assim retardada, por que só agora essa mania de religião? Tudo mentira, afetação, vontade de ser original, imagine se vai durar... Quando descobrir que ninguém está ligando, deixa de bancar a santa. Pode ser também que esteja esclerosada, pode ser isso, esclerose!”
Muito impressionada com o que ouviu ela resolveu sair do convento e num dia de depressão mais aguda decidiu se matar. Mas queria uma morte silenciosa, sem chamar a menor atenção – se possível, sem deixar sequer o corpo, estava tão triste consigo mesma que achou que nem o enterro merecia. Tirou a roupa para não ser identificada, dependurou na cintura uma sacola com pedras e entrou no rio. Então ouviu a voz do próximo: “Está vendo? A vida inteira ela só quis uma coisa, se exibir, se mostrar, uma narcisista até na hora em que cismou de morrer, imagine, entrar nua no rio! No velho estilo para provocar escândalo. Só para comover, mas a mim é que não comoveu, ao contrário, fiquei tão decepcionada, que idéia de querer fazer da morte um espetáculo."
Muito impressionada com o que ouviu (e ouviu tão mal, a voz do próximo longe demais, quase apagando) ela quis gritar de alegria, quis rir, rir – mas então era assim? – ô Deus – e se preocupando com isso, perdendo a vida, que maravilha não ter morrido, quer dizer que alguém entrou no rio para salvá-la? Maravilha, coisa extraordinária, quer dizer que? ... Mas onde estava agora? No hospital? Se estava ouvindo, hein?! Se estava ouvindo – e livre, para sempre livre, ah, como demorou para entender que os outros – ah, que demora para se libertar, nascer de novo! Então ouviu a voz do próximo (desta vez, tão longe que ficou um sopro) pedir depressa a tampa, já estava passando da hora de fechar o caixão. 

Ligya Fagundes Telles

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

**Eu não sabia...


"Eu não sabia, Senhor, que o mundo era tão vasto e doloroso. E que, desejando a vastidão do mundo, meu coração conheceria também a vastidão da dor. Por que, Senhor meu, permitiste que eu tentasse fugir da minha pequenez? Por que me deste todos esses sonhos muito maiores do que eu?" 

Caio F. Abreu

domingo, 6 de fevereiro de 2011

**A verdade grita...

 'A verdade grita. Provoca febre, salta aos olhos, desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá de dentro vêm todas as informações que passarão por uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa sair, outras a gente aprisiona e finge esquecer. Mas há uma verdade única : ninguém tem dúvida sobre si mesmo'.

Martha Medeiros

**A vida está cheia...

 
''A vida está cheia de interferências indébitas, de
acasos estúpidos, de personagens errados que travam
conosco desencontrados diálogos de surdos, a vida está
atravancada de pormenores inúteis, a vida parece um
romance mal feito!''
 
Mario Quintana

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

**O bicho homem...






"O bicho homem não faz outra coisa a não ser pensar no amor. "


Caio Fernando Abreu 

**Flores da favela

 
Ela revirou minha cabeça
Deixou tudo fora do lugar
Deu um nó de quase me enlouqueça
Impossível foi me controlar
Iê, iêêêê, eu vou dar um beijo nela
Beijo de maluco pra neguinha que é só minha
[...]
Pra bater no coração
Pra olhar o seu olhar

Pra pegar a sua mão
O meu beijo te beijar
 
Flores da favela, Jau Peri.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

**Eram bonitos juntos...


"Eram bonitos juntos, diziam as moças. Um doce de olhar. Sem terem exatamente consciência disso, quando juntos os dois aprumavam ainda mais o porte e, por assim dizer, quase cintilavam, o bonito de dentro de um estimulando o bonito de fora do outro, e vice-versa. Como se houvesse entre aqueles dois, uma estranha e secreta harmonia".

                    Caio Fernando Abreu
                                                                            

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

**O melhor do amor


 [...]
Devoro Teus olhos de encantos tamanhos
Que são o prazer dos meus
Amo o riso mais lindo que Deus já criou
Adoro teus olhos de seda e de rosa
Que são o melhor do amor
Olhos que falam de amar
Na beira do mar, das estrelas
Olhos que tiram do mar
A luz, a cor
 
Quem te fez
Soube combinar o tom

Dos olhos de mel com a pele marrom
Luz marrom
Onde se escondeu o mar
Que só eu vi no teu olhar
[...]
O melhor do amor, Flávio Venturini.

**Se eu ficar dentro de casa...


'Se eu ficar dentro de casa esperando ser feliz para ser feliz, eu não vou ser feliz nunca. Se eu ficar dentro de casa esperando que uma perfeita unidade nasça de dentro dessa confusão de mil personagens que é minha alma, eu não vou sair de casa nunca mais. A vida dói mesmo, é fato, sempre doeu, não é novidade. Viver aqui dentro, com tanta gente brigando pra saber qual dos “eus” é mais eu, não é fácil.''

Tati Bernardi

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

**Amar cria raiz...


"Amar cria raiz, sim. Cria, independentemente de ser verbalizado. Basta sentir o amor para que fiquemos dependentes dele, uma dependência boa, daquilo que nos faz sentir vivos."

Martha Medeiros

**Às vezes estamos sem rumo...


"Às vezes, estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino."

Martha Medeiros